O “se pah” , o “se pah” é uma expressão composta da junção da conjunção “se” (talvez, quem sabe, vo pensa, te dou um toque qualquer coisa) com o “pah” (onomatopéia que pode expressar surpresa, afirmação), logo somando-se vemos o nascimento de uma expressão misteriosa, que alguns estudiosos do assunto acreditam tender para o sim, outros seguidores de outra linha ideológica já afirmam tender para o “não quero falar que sim e me comprometer de chegar na hora e nem falar que não e correr o risco de não achar outra compania” , mas como tudo na vida tem seu contexto (embora eu acredite fielmente que 10% para garçom não se insira em nenhum contexto), o “se pah” também pode depender de um contexto, vamos ao exemplo:
Estava o baixinho na rua sentado triste, quando chega um negão 3 por 4, pega ele pelo braço e estupra o coitado. Depois do ato, o baixinho choramingando disse pro negão:- Pô, cara! Olha o que você fez comigo, estourou todo meu rabo, como eu vou ficar perante os meus colegas?O negão ficou com dó do baixinho e disse:- Me desculpe. Já sei. Quando voce me ver na rua pode falar que foi você quem me comeu.- Jura?- Pode sim!Depois de algum tempo o baixinho estava com um colega na rua e do outro lado da rua avistou o negão e disse:- Aí Paulo! Tá vendo aquele negão lá do outro lado da rua??- To sim.- Eu já comi ele!Paulo responde:- Se pah eu também!
É realmente não foi um bom exemplo, mas é uma ótima piada. Logo você que vive num mundo de dúvidas e incertezas, de constante mudança, você essa metamorfose ambulante entre também para esse grupo distinto dos usadores do sepahnês. Bom se pah sai outro texto em breve.
Sayoonara
sexta-feira, 4 de abril de 2008
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Pra que tudo isso?
Deus, o que é Deus? Na verdade o que tornamos nosso Deus?
Não, não falo em nenhum aspecto religioso, como o que criou tudo, ou o que ta lá no céu anotando em seu caderninho preto quem cumpriu a promessa feita ou não, mas sim, o que nos motiva no momento, o que faz a gente fazer tudo.
Uma vez assistindo a uma aula de história um professor explicou que umas das teorias para como foram construídas as pirâmides, já que eram pedras muito pesadas, e pelo tempo que foi feito, ele nos fez pensar, imagine seu Deus em carne e osso na sua frente, você não faria de tudo por ele?
Hoje temos outros deuses, às vezes não são nem vivos, temos o dinheiro, as drogas, o sexo, nossos hábitos, e por que isso? Pelo fato de ficarmos seguros neles? Por fugir da nossa realidade neles? Por ser mais fácil?
Ate onde podemos ir? O limite do nosso limite e tão tênue que não enxergamos enquanto não o atravessamos...e quando isso acontece, ai realmente percebemos se valeu a pena, se o preço a se pagar vale a pena.
Agora me vem a cabeça aquele famoso ditado “tudo vale a pena quando a alma não é pequena” nunca entendi...e afinal o que é a alma?não é a mente, nem seu espírito, prefiro encara-la como seu inconsciente certo, como algo que influencia o que você faz...mas não posso ter certeza.
"Eu vi a morte surgindo da terra, do próprio solo em um campo azul...”
Não, não falo em nenhum aspecto religioso, como o que criou tudo, ou o que ta lá no céu anotando em seu caderninho preto quem cumpriu a promessa feita ou não, mas sim, o que nos motiva no momento, o que faz a gente fazer tudo.
Uma vez assistindo a uma aula de história um professor explicou que umas das teorias para como foram construídas as pirâmides, já que eram pedras muito pesadas, e pelo tempo que foi feito, ele nos fez pensar, imagine seu Deus em carne e osso na sua frente, você não faria de tudo por ele?
Hoje temos outros deuses, às vezes não são nem vivos, temos o dinheiro, as drogas, o sexo, nossos hábitos, e por que isso? Pelo fato de ficarmos seguros neles? Por fugir da nossa realidade neles? Por ser mais fácil?
Ate onde podemos ir? O limite do nosso limite e tão tênue que não enxergamos enquanto não o atravessamos...e quando isso acontece, ai realmente percebemos se valeu a pena, se o preço a se pagar vale a pena.
Agora me vem a cabeça aquele famoso ditado “tudo vale a pena quando a alma não é pequena” nunca entendi...e afinal o que é a alma?não é a mente, nem seu espírito, prefiro encara-la como seu inconsciente certo, como algo que influencia o que você faz...mas não posso ter certeza.
"Eu vi a morte surgindo da terra, do próprio solo em um campo azul...”
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
O mais é menos

Estava eu lendo um artigo na Folha que me chamou muita atenção, que na atual sociedade do consumo onde temos a "liberdade" de escolher entre tantas opções, isso acaba por se tornar um fardo, onde o mais é menos.
Eu muita vezes quando vou a algum lugar para comer com tantas opções fico em dúvida se fiz a escolha certa, mesmo na hora de comer, onde simplesmente poderia comer. Essa busca por perfeição, por querer o melhor, e não simplesmente o que é bom, ficamos vaidosos ao extremo. Queremos sempre o melhor, e mais e mais.Mas isso não fica só na gastronomia, falo disso porque é um exemplo mais perto na minha vida.
Queremos mais dinheiro, para ter o melhor carro, o melhor computador, o melhor em tudo, para que? Para que ter um carro que chega a 300km/h se o máximo permitido é 110km/h?
Mas pensando por outro lado, seria melhor ter somente uma opção?Eu penso no intermediário, que acaba por ser o melhor, mas como chegar nele? Impossível.
Portanto pegue o menu, escolha entre as 150 opções do cardápio, enquanto isso entupa-se de pão e amendoin, va para sua casa escolha 1 entre os 500 canais de sua tv e relaxe escutando entre suas 5.000 mp3.
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Números não-absolutos do nosso dia-a-dia

Retirado livro, A vida, o universo e tudo mais de Douglas Adams
"Assim com Einstein observou que o tempo não era absoluto, mas algo que dependia do movimento de um observador no espaço, e que o espaço não era absoluto, mas dependia do movimento do observador no tempo, hoje sabemos que os números não são absolutos, mas dependem do movimento do observador nos restaurantes.
O primeiro número não-absoluto é o número de pessoas para quem a mesa está reservada. Ele irá variar no decorrer das primeiras três ligações para o restaurante e depois não apresentará nenhuma relação aparente com o número de pessoas que realmente estarão presentes, ou com o número de pessoas que irão se juntar a elas depois do show, partida, festa, filme, ou ainda com o número de pessoas que irão embora ao ver quem mais apareceu por lá.
O segundo número não-absoluto é a hora de chegada. Este número é hoje conhecido como um dos mais bizarros conceitos matemáticos, uma reciproversexclusão, um número cuja existência só pode ser definida como sendo qualquer outra coisa diferente de si mesmo. Em outras palavras, a hora real de chegado é o único momento no tempo no qual é impossível que qualquer participante do grupo chegue de fato. A reciproversexclusão tem, atualmente, um papel vital em diversos campos da matemática, incluindo a estatística e contabilidade, alem de fazer parte das equações básicas usadas na engenharia dos campos de Problema de Outra Pessoa.
O terceiro e mais misterioso não-absolutismo de todos diz respeito à relação entre o numero de itens na conta, o valor de cata item e o numero de pessoas na mesa, assim como quanto cada uma delas está disposta a pagar. (O numero de pessoas que trouxeram algum dinheiro é apenas um subfenômeno desse campo.)
As assombrosas discrepâncias que costumavam ocorrer nesse ponto passaram décadas sem ser estudadas simplesmente porque ninguém as levou a serio. No passado, as pessoas diziam que essas coisas eram causadas pela educação, falta de educação, avareza, desejo de aparecer, emotividade ou simplesmente porque já era tarde, e tudo era esquecido na manha seguinte. Nunca foram feitos testes em laboratório, é claro, porque nada disso acontecia nos laboratórios – pelos menos não em laboratórios de boa reputação.
Foi apenas com o surgimento dos computadores de bolso que a espantosa verdade finalmente se tornou evidente. Era a seguinte:
Os números escritos em contas de restaurantes dentro dos confins de restaurantes não seguem as mesmas leis que os números escritos em qualquer outro tipo de papel em outros lugares do Universo.
Esse fato singelo causou enorme alvoroço no mundo cientifico. Foi uma revolução completa. Realizaram-se tantas conferencias matemáticas em bons restaurantes que as mentes mais brilhantes de toda uma geração morreram de obesidade e doenças cardíacas, retardando os progressos da matemática em alguns anos.
Aos poucos, contudo, as implicações dessa idéia começaram a ser entendidas. No inicio a coisa toda era muito radical, muito doidona, o tipo de coisa que faria ume pessoa normal dizer: “Sim, claro, exatamente o que eu teria dito.” Então inventaram algumas frases como “Frameworks de Subjetividade Interativa” e, a partir daí, as pessoas relaxaram e puderam levar adiante a teoria.
Os pequenos grupos de monges que começaram a ser reunir nos principais institutos de pesquisa entoando estranhos cânticos dizendo que o Universo era apenas um produto de sua própria imaginação acabaram recebendo verbas para pesquisa teatral e foram embora.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Nação Zumbi - Fome de Tudo

Andei lendo bastante sobre esse cd e sobre esta banda, que está sendo classificada como a melhor banda atual do Brasil, não que não seja, mas este último que é muito bom começa a sofrer os efeitos colaterais de aparecer mais na mídia. As músicas começam a ficar mais melódicas, com esquemas de estruturação menos variados.
Porém não podemos tirar o seu mérito também, já que hoje em dia só lançam cds ao vivo, acústico, todos com medo de fazer algo novo, e eles pelo menos o fazem.
Mas tirem suas próprias conclusões, apesar de você já ter acabado de ser influenciado, isso de a pessoa ter um nome já é óbvio que da mais valor, mas será realmente impossivel ficar fora de ser influenciado por qualquer um?
Nação Zumbi - Fome de Tudo (2007)
Bem vindo e boa viagem
Bom bem vindo ao meu novo blog, na verdade podendo até dizer bem vindo a mim mesmo, ou será loucura?Já que agora eu sou bem vindo a falar tudo que quero, ou tudo que consigo me expressar em palavras?Fico pensando se conseguimos realmente expressar tudo que sentimos ou vivemos, mas enfim isso fica pra um outro post.
(Só para fins de relato, neste momento acaba de entrar um paranaense, camisa abatida,calça e sandálias, chapéu barba a fazer e com um raibam, um tanto quanto sergipano para um paranaense, me pede ajuda falando que esta precisando de um cômodo? Encaminhei o mesmo a uma corretora que trata disso...eu trabalho no fim de uma fundação,ninguém nem sabe onde é aqui, mas perguntam se eu alugo cômodos, estranho...)
Onde eu estava?Ah sim a criação deste blog, o nome Gerador de Improbabilidades Infinitas, foi escolhido devido a minha vontade de falar sobre o que quiser, da maneira que quiser e quando quiser, podendo então ser qualquer coisa. Este nome é uma referencia a trilogia em cinco partes do Guia do Mochileiro das Galáxias de Douglas Adams, alias muito bom, recomendo, engraçado e sarcástico, tudo num enredo de ficção cientifica.
Certo feito às apresentações, passado o momento de vergonha, já ta mais solto pra deixa eu entra né?...Na sua cabeça... ou na minha?Bem ate o meu primeiro post, faça uma boa viagem, em caso de acidentes as mascaras de oxigênio caíram para você relaxar enquanto cai daí de cima.
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